Poecilotheria metallica

Poecilotheria metallica – (Pocock 1899), é uma caranguejeira deslumbrante devido à sua coloração e padrão do sudeste da Índia. Gooty em seu nome comum refere-se ao lugar onde ela foi encontrada pela primeira vez, o que está errado, pois o animal foi capturado em um pátio de madeira ferroviária em Gooty, o espécime poderia ter vindo de…

Grammostola pulchripes

Grammostola pulchripes – (Simon, 1891), ou tarântula de joelhos dourados, é uma tarântula razoavelmente grande do mundo novo. É comumente vista em pastagens da América do Sul, especialmente em lugares como a Argentina. É de cor marrom com listras amarelas douradas em torno das articulações dos joelhos e pernas, por esse motivo, recebeu o nome comum de,…

Kochiana brunnipes

Kochiana brunnipes (C. L. Koch, 1842), ou Tarântula Anã das pernas Rosas Brasileira. Coberta com cerdas pretas aveludadas pelo seu corpo e pernas principalmente rosadas/laranjas, esta é uma aranha muito bonita e imponente. São aranhas fossoriais, ou seja, traduzindo para um vocabulário popular, elas gostam bastante de viver enterradas, dentro de suas tocas, dificilmente veremos esse animal andando por ai em sua vida livre. Elas são caçadoras muito afiadas, estarão sempre a espreita em suas tocas, esperando que uma presa passe. Sua natureza é geralmente dócil, mas podem lançar cerdas urticantes facilmente caso se sintam ameaçadas.

Vitalius dubius

Temida pelo seu tamanho e corpo peludo, elas são inofensivas para o ser humano. Mesmo dotada de veneno, não apresenta nenhum interesse médico, uma vez que não trazem complicações. Entretanto é com o pelos que devemos tomar cuidado. Quando ameaçadas, raspam rapidamente suas cerdas situadas no dorso do abdome, e se em contato com a pele, pode causar reações de hipersensibilidade. Vivem em tocas ou buracos do solo (ambientes quentes e úmidos) e às vezes forram seu ambiente com fios de seda, além de possuir atividade noturna. Esta espécie pode chegar em média até 15 cm de comprimento (fêmeas). A sua alimentação principal é insetos, mas pode acabar alimentando de pequenos roedores, aves, etc. Para digerir suas presas, ela libera uma substancia parecida com o nosso suco gástrico, ocasionando a digestão da presa de dentro pra fora. Estas aranhas não são agressivas e devemos sempre respeitar o seu e

Pterinochilus murinus

Pterinochilus murinus (Pocock – 1897), também conhecida como “Tarântula babuíno laranja”, é uma bela aranha devido à sua coloração e comportamento da África Central, Oriental e Sul. Pterinochilus pertence a subfamília Harpactirinae, comumente conhecida como as aranhas babuínas. A aranha é muito temida por sua velocidade, seu veneno que pode ser um tanto que mais forte do que as demais especies de tarântulas, e seu comportamento defensivo. As cores podem variar, dependendo da localização e superfície, do ouro-laranja ao avermelhado e até cinza-preto.

Ephebopus murinus

Ephebopus murinus – (Walckenaer, 1837), também conhecida como “Tarântula Esqueleto” é uma aranha muito notável devido ao seu padrão tipo esqueleto em suas pernas. O gênero pertence à subfamília da Psalmopoeinae, composta principalmente por tarântulas arborícolas. Espécies do gênero Ephebopus, no entanto, exceto por Ephebopus rufescens, são conhecidas por serem muito escavadoras. Aranhas desse gênero têm sido observadas vivendo com comportamento semi-arbóreas. Ao contrário de outras tarântulas do novo mundo, Ephebopus possuí cerdas urticantes em seus pedipalpos e nao no abdômen como a maioria dos outros gêneros.

Typhochlaena seladonia

A tarântula joia brasileira, provavelmente a tarântula mais bela da Terra, embora não sejam frequentemente vistas (quando mantidas em cativeiro e também na natureza), são uma das aranhas mais lindas que se conhece até o dia de hoje. Um aranha de alçapão arborícola anã impressionante, cheia de cor e coragem. Elas compõem seus alçapões como um artista pintando sua própria casa. A T. seladonia arranca pedaços de casca e líquen da árvore na qual estão construindo o alçapão para construir uma pele (tampa) altamente camuflada. Elas são comedoras vorazes e caçam de maneira incomum para uma tarântula arbórea. Elas esperam em seu alçapão que a presa apareça e pulam do alçapão para agarrar seu alimento e rapidamente recuam para dentro da toca.

Eupalaestrus campestratus

Eupalaestrus campestratus – (Simon, 1891), ou conhecida como Tarântula Zebra Rosa Brasileira é uma das espécies mais populares devido ao seu comportamento muito dócil. Elas são aranhas que costumam ficar muito a vista e for de suas tocas, demarcando seu território. Estas também são belas tarântulas devido a sua combinação de listras “Zebradas” em suas pernas e cabelos rosados por todo o corpo.

Tapinauchenius violaceus

Tapinauchenius violaceus – (Mello-Leitão 1930), também conhecida como “Tarântula roxa das arvores”. Ela é coberta com cerdas aveludadas de aparência sedosa que, na luz certa, fica uma cor roxa metálica brilhante. Um segundo elemento incomum desta aranha, são as pequenas “covinhas” no abdômen, que podem se tornar cada vez mais visíveis à medida que os espécimes crescem. Ela é uma aranha muito bonita para se admirar, no entanto, ela pode ser muito rápida e imprevisível.

Vitalius sorocabae

De tamanho médio, atinge aproximadamente 15 cm, possui a coloração marrom escura, quase negra, com cerdas levemente amareladas distribuídas ao longo do corpo sobretudo nas quelíceras. As fêmeas adultas possuem fortes marcações amarelas nas pernas gerando um lindo contraste com o fundo marrom / negro.
Endêmica do interior do estado de São Paulo, habita áreas ecotonais, podendo ser encontrada em florestas de Mata Atlantica Semi Decidual estacional ou Cerrado . Trata-se de uma espécie sinantrópica, sendo facilmente encontrada em casas e sitios na região de Sorocaba, Itu, São Miguel Arcanjo e arredores.
Área de transição entre Floresta Estacional Semidecidual e Cerrado. (Sorocaba, SP)