Pambhobeteus sp. machala

Pamphobeteus sp. machala, também conhecida como “Flor Roxa”, é uma caranguejeira muito notável devido ao seu tamanho e coloração do Sul-Equador. No entanto, as fêmeas perdem suas cores brilhantes atingindo sua maturidade sexual, os machos no entanto, continuam com sua coloração exuberante ate o fim da vida.

Brachypelma boehmei

Brachypelma boehmei  (Schmidt & Klaas 1993), também chamada de “aranha mexicana de pernas vermelhas”, é uma tarantula mexicana muito marcante devido ao seu comportamento e mistura de cores. A aranha pode reagir muito nervosamente as vezes, o que muitas vezes resulta no chutamento de seus pelos urticantes. INFORMAÇÕES ESPECÍFICAS Nome científico: Brachypelma boehmei. Família: Theraphosidae Subfamília: Theraphosinae….

Psalmopoeus cambridgei

Psalmopoeus cambridgei (Pocock, 1895), é uma espécie de aranha da família Theraphosidae, endêmica de Trinidad. Seu veneno é a fonte de psalmotoxina e vanillotoxina que são classificadas como proteínas inibidoras. A salmotoxina pode ser de uso terapêutico em pacientes que sofrem de AVC. A fêmea desta especie tem marcas escuras em seu abdômen e sua cor varia através de tons esverdeados com marrom, alguns pontos avermelhados ou alaranjados podem ser notados em suas penas.

Nhandu coloratovillosus

Nhandu coloratovillosus (Schmidt, 1998), também conhecida como “Tarantula brasileira preta e branca” é uma aranha caranguejeira muito bonita e imponente. Com pernas listradas pretas e brancas, bem como um abdômen escuro, coberto por cerdas avermelhadas, fazem esta tarântula parecer rosa, fofa e adorável! Não se engane, manipular essa tarântula não é aconselhável, pois seu temperamento varia muito de espécime para espécime e também de um momento para o outro. São grandes espécies terrestres que podem ser encontradas nas pradarias do Brasil, se parece muito com a tarântula de joelhos brancos brasileira (Acanthoscurria geniculata).

Lasiodora parahybana

Lasiodora parahybana (Mello-Leitão, 1917), ou Tarântula Rosa Salmão Brasileira, é uma das especies de tarântulas mais conhecidas do mundo. Elas são originárias de áreas tropicais do nordeste brasileiro. O que as torna tão especiais é o fato de que elas são uma das maiores espécies de tarântulas do mundo. Na verdade, acredita-se que Lasiodora Parahybana seja a quarta maior tarântula do mundo. Além de seu tamanho enorme, elas também são conhecidas por seus pelos “rosados” atraentes que são destacados em seu corpo preto/marrom.

Poecilotheria metallica

Poecilotheria metallica – (Pocock 1899), é uma caranguejeira deslumbrante devido à sua coloração e padrão do sudeste da Índia. Gooty em seu nome comum refere-se ao lugar onde ela foi encontrada pela primeira vez, o que está errado, pois o animal foi capturado em um pátio de madeira ferroviária em Gooty, o espécime poderia ter vindo de…

Grammostola pulchripes

Grammostola pulchripes – (Simon, 1891), ou tarântula de joelhos dourados, é uma tarântula razoavelmente grande do mundo novo. É comumente vista em pastagens da América do Sul, especialmente em lugares como a Argentina. É de cor marrom com listras amarelas douradas em torno das articulações dos joelhos e pernas, por esse motivo, recebeu o nome comum de,…

Kochiana brunnipes

Kochiana brunnipes (C. L. Koch, 1842), ou Tarântula Anã das pernas Rosas Brasileira. Coberta com cerdas pretas aveludadas pelo seu corpo e pernas principalmente rosadas/laranjas, esta é uma aranha muito bonita e imponente. São aranhas fossoriais, ou seja, traduzindo para um vocabulário popular, elas gostam bastante de viver enterradas, dentro de suas tocas, dificilmente veremos esse animal andando por ai em sua vida livre. Elas são caçadoras muito afiadas, estarão sempre a espreita em suas tocas, esperando que uma presa passe. Sua natureza é geralmente dócil, mas podem lançar cerdas urticantes facilmente caso se sintam ameaçadas.

Vitalius dubius

Temida pelo seu tamanho e corpo peludo, elas são inofensivas para o ser humano. Mesmo dotada de veneno, não apresenta nenhum interesse médico, uma vez que não trazem complicações. Entretanto é com o pelos que devemos tomar cuidado. Quando ameaçadas, raspam rapidamente suas cerdas situadas no dorso do abdome, e se em contato com a pele, pode causar reações de hipersensibilidade. Vivem em tocas ou buracos do solo (ambientes quentes e úmidos) e às vezes forram seu ambiente com fios de seda, além de possuir atividade noturna. Esta espécie pode chegar em média até 15 cm de comprimento (fêmeas). A sua alimentação principal é insetos, mas pode acabar alimentando de pequenos roedores, aves, etc. Para digerir suas presas, ela libera uma substancia parecida com o nosso suco gástrico, ocasionando a digestão da presa de dentro pra fora. Estas aranhas não são agressivas e devemos sempre respeitar o seu e

Pterinochilus murinus

Pterinochilus murinus (Pocock – 1897), também conhecida como “Tarântula babuíno laranja”, é uma bela aranha devido à sua coloração e comportamento da África Central, Oriental e Sul. Pterinochilus pertence a subfamília Harpactirinae, comumente conhecida como as aranhas babuínas. A aranha é muito temida por sua velocidade, seu veneno que pode ser um tanto que mais forte do que as demais especies de tarântulas, e seu comportamento defensivo. As cores podem variar, dependendo da localização e superfície, do ouro-laranja ao avermelhado e até cinza-preto.