Ephebopus murinus

Ephebopus murinus – (Walckenaer, 1837), também conhecida como “Tarântula Esqueleto” é uma aranha muito notável devido ao seu padrão tipo esqueleto em suas pernas. O gênero pertence à subfamília da Psalmopoeinae, composta principalmente por tarântulas arborícolas. Espécies do gênero Ephebopus, no entanto, exceto por Ephebopus rufescens, são conhecidas por serem muito escavadoras. Aranhas desse gênero têm sido observadas vivendo com comportamento semi-arbóreas. Ao contrário de outras tarântulas do novo mundo, Ephebopus possuí cerdas urticantes em seus pedipalpos e nao no abdômen como a maioria dos outros gêneros.

Typhochlaena seladonia

A tarântula joia brasileira, provavelmente a tarântula mais bela da Terra, embora não sejam frequentemente vistas (quando mantidas em cativeiro e também na natureza), são uma das aranhas mais lindas que se conhece até o dia de hoje. Um aranha de alçapão arborícola anã impressionante, cheia de cor e coragem. Elas compõem seus alçapões como um artista pintando sua própria casa. A T. seladonia arranca pedaços de casca e líquen da árvore na qual estão construindo o alçapão para construir uma pele (tampa) altamente camuflada. Elas são comedoras vorazes e caçam de maneira incomum para uma tarântula arbórea. Elas esperam em seu alçapão que a presa apareça e pulam do alçapão para agarrar seu alimento e rapidamente recuam para dentro da toca.

Eupalaestrus campestratus

Eupalaestrus campestratus – (Simon, 1891), ou conhecida como Tarântula Zebra Rosa Brasileira é uma das espécies mais populares devido ao seu comportamento muito dócil. Elas são aranhas que costumam ficar muito a vista e for de suas tocas, demarcando seu território. Estas também são belas tarântulas devido a sua combinação de listras “Zebradas” em suas pernas e cabelos rosados por todo o corpo.

Tapinauchenius violaceus

Tapinauchenius violaceus – (Mello-Leitão 1930), também conhecida como “Tarântula roxa das arvores”. Ela é coberta com cerdas aveludadas de aparência sedosa que, na luz certa, fica uma cor roxa metálica brilhante. Um segundo elemento incomum desta aranha, são as pequenas “covinhas” no abdômen, que podem se tornar cada vez mais visíveis à medida que os espécimes crescem. Ela é uma aranha muito bonita para se admirar, no entanto, ela pode ser muito rápida e imprevisível.

Vitalius sorocabae

De tamanho médio, atinge aproximadamente 15 cm, possui a coloração marrom escura, quase negra, com cerdas levemente amareladas distribuídas ao longo do corpo sobretudo nas quelíceras. As fêmeas adultas possuem fortes marcações amarelas nas pernas gerando um lindo contraste com o fundo marrom / negro.
Endêmica do interior do estado de São Paulo, habita áreas ecotonais, podendo ser encontrada em florestas de Mata Atlantica Semi Decidual estacional ou Cerrado . Trata-se de uma espécie sinantrópica, sendo facilmente encontrada em casas e sitios na região de Sorocaba, Itu, São Miguel Arcanjo e arredores.
Área de transição entre Floresta Estacional Semidecidual e Cerrado. (Sorocaba, SP)

Brachypelma emilia

A tarântula mexicana de pernas vermelhas ( Brachypelma emilia ) é uma espécie de tarântula terrestre intimamente relacionada à famosa tarântula mexicana de joelhos vermelhos ( Brachypelma hamorii ). É uma tarântula dócil e popular no comércio de animais de estimação no exterior. Seu crescimento é lento e, como muitas tarântulas, as fêmeas podem viver por décadas.

Psalmopoeus irminia

Psalmopoeus irminia – Saager 1994, também conhecida como “tigre sol venezuelana” ou “Tigre do Sol”, é uma bela tarântula devido à sua velocidade, padrão e comportamento. Com a cor laranja no abdômen, ela é uma aranha muito bonita para se admirar, no entanto, ela pode ser muito rápida e imprevisível. Quando essa especie foi descrita, ela foi encontrada apenas em uma região densa ao redor das fronteiras da Venezuela, Guiana e Brasil, no entanto, em 2016 foi encontrada na região de Paracaíma, no Brasil, vivendo 1m60 acima do solo em um típico retiro tubular. O clima e a vegetação nessa região são semelhantes à região descrita por Saager em 1994, o que explica sua presença.

Dolichothele diamantinesis

Dolichothele diamantinensis (Bertani, Santos & Righi, 2009) ou Tarântula da Beleza Anã Azul Brasileira é às vezes descrita como uma aranha pequena com cores verde e azul. Ela é menor que a GBB (Chromatopelma cyaneopubescens), mas compensa a falta de tamanho com cores muito mais brilhantes e vibrantes. Originalmente, esta espécie foi descrita como Oligoxystre diamantinensis em 2009 e foi introduzida no hobby de animais exóticos no exterior em 2012. Sendo bastante nova, não há muitas informações disponíveis online em relação a esta espécie em particular.

Acanthoscurria geniculata

Acanthoscurria geniculata , também chamada de “Tarantula Gigante de Joelhos Brancos, é uma aranha impressionante do Brasil devido ao seu padrão de cor e comportamento. Ela persegue furiosamente todas as presas, a Acanthoscurria geniculata muitas vezes pode ser encontrada na lista de favoritos de muitos amadores.

Poecilotheria regalis

Poecilotheria regalis Pocock, 1899, também conhecida como “tarântula ornamental indiana”, é uma bela aranha devido à sua coloração, padrão e comportamento. No entanto, ela é a mais comum entre os “Pokies”, ela é uma tarântula robusta e bonita. Poecilotheria regalis é muito semelhante à Poecilotheria fasciata, na coloração do corpo e dos membros, mas pode ser imediatamente distinguida como de todas as outras espécies conhecidas do gênero pela presença da larga faixa avermelhada no lado inferior do abdômen. O gênero Poecilotheria é bem equipado com cores e padrões distintos, onde as pernas 3, 4 e os pedipalpos mostram um padrão alternado em preto e branco. Intrigante sobre o gênero é sua pose típica de descanso. Com os dois primeiros pares de pernas para a frente, os dois últimos pares de pernas para trás e um olhar intimidador.