Psalmopoeus cambridgei

Psalmopoeus cambridgei (Pocock, 1895), é uma espécie de aranha da família Theraphosidae, endêmica de Trinidad. Seu veneno é a fonte de psalmotoxina e vanillotoxina que são classificadas como proteínas inibidoras. A salmotoxina pode ser de uso terapêutico em pacientes que sofrem de AVC. A fêmea desta especie tem marcas escuras em seu abdômen e sua cor varia através de tons esverdeados com marrom, alguns pontos avermelhados ou alaranjados podem ser notados em suas penas.

Nhandu coloratovillosus

Nhandu coloratovillosus (Schmidt, 1998), também conhecida como “Tarantula brasileira preta e branca” é uma aranha caranguejeira muito bonita e imponente. Com pernas listradas pretas e brancas, bem como um abdômen escuro, coberto por cerdas avermelhadas, fazem esta tarântula parecer rosa, fofa e adorável! Não se engane, manipular essa tarântula não é aconselhável, pois seu temperamento varia muito de espécime para espécime e também de um momento para o outro. São grandes espécies terrestres que podem ser encontradas nas pradarias do Brasil, se parece muito com a tarântula de joelhos brancos brasileira (Acanthoscurria geniculata).

Lasiodora parahybana

Lasiodora parahybana (Mello-Leitão, 1917), ou Tarântula Rosa Salmão Brasileira, é uma das especies de tarântulas mais conhecidas do mundo. Elas são originárias de áreas tropicais do nordeste brasileiro. O que as torna tão especiais é o fato de que elas são uma das maiores espécies de tarântulas do mundo. Na verdade, acredita-se que Lasiodora Parahybana seja a quarta maior tarântula do mundo. Além de seu tamanho enorme, elas também são conhecidas por seus pelos “rosados” atraentes que são destacados em seu corpo preto/marrom.

Bumba horrida

Bumba horrida (Schmidt, 1994), ou Tarântula Ruiva Brasileira. Coberta com cerdas pretas aveludadas brilhantes pelo seu corpo e um cefalotórax tipicamente bem alaranjado, esta é uma aranha muito bonita e imponente do Brasil. São aranhas fossoriais, ou seja, elas gostam bastante de viver enterradas, dentro de suas tocas. Elas são caçadoras muito afiadas, estarão sempre a espreita em suas tocas, esperando que uma presa passe. Bumba é um gênero de tarântula nativa das Américas, compreendendo apenas quatro espécies conhecidas. Como a maioria das espécies da subfamília Theraphosinae, elas possuem cerdas urticantes, e caso se sintam fortemente incomodadas, com certeza lançaram elas ao ar.

Poecilotheria metallica

Poecilotheria metallica – (Pocock 1899), é uma caranguejeira deslumbrante devido à sua coloração e padrão do sudeste da Índia. Gooty em seu nome comum refere-se ao lugar onde ela foi encontrada pela primeira vez, o que está errado, pois o animal foi capturado em um pátio de madeira ferroviária em Gooty, o espécime poderia ter vindo de…

Kochiana brunnipes

Kochiana brunnipes (C. L. Koch, 1842), ou Tarântula Anã das pernas Rosas Brasileira. Coberta com cerdas pretas aveludadas pelo seu corpo e pernas principalmente rosadas/laranjas, esta é uma aranha muito bonita e imponente. São aranhas fossoriais, ou seja, traduzindo para um vocabulário popular, elas gostam bastante de viver enterradas, dentro de suas tocas, dificilmente veremos esse animal andando por ai em sua vida livre. Elas são caçadoras muito afiadas, estarão sempre a espreita em suas tocas, esperando que uma presa passe. Sua natureza é geralmente dócil, mas podem lançar cerdas urticantes facilmente caso se sintam ameaçadas.

Vitalius dubius

Temida pelo seu tamanho e corpo peludo, elas são inofensivas para o ser humano. Mesmo dotada de veneno, não apresenta nenhum interesse médico, uma vez que não trazem complicações. Entretanto é com o pelos que devemos tomar cuidado. Quando ameaçadas, raspam rapidamente suas cerdas situadas no dorso do abdome, e se em contato com a pele, pode causar reações de hipersensibilidade. Vivem em tocas ou buracos do solo (ambientes quentes e úmidos) e às vezes forram seu ambiente com fios de seda, além de possuir atividade noturna. Esta espécie pode chegar em média até 15 cm de comprimento (fêmeas). A sua alimentação principal é insetos, mas pode acabar alimentando de pequenos roedores, aves, etc. Para digerir suas presas, ela libera uma substancia parecida com o nosso suco gástrico, ocasionando a digestão da presa de dentro pra fora. Estas aranhas não são agressivas e devemos sempre respeitar o seu e

Eupalaestrus campestratus

Eupalaestrus campestratus – (Simon, 1891), ou conhecida como Tarântula Zebra Rosa Brasileira é uma das espécies mais populares devido ao seu comportamento muito dócil. Elas são aranhas que costumam ficar muito a vista e for de suas tocas, demarcando seu território. Estas também são belas tarântulas devido a sua combinação de listras “Zebradas” em suas pernas e cabelos rosados por todo o corpo.

Tapinauchenius violaceus

Tapinauchenius violaceus – (Mello-Leitão 1930), também conhecida como “Tarântula roxa das arvores”. Ela é coberta com cerdas aveludadas de aparência sedosa que, na luz certa, fica uma cor roxa metálica brilhante. Um segundo elemento incomum desta aranha, são as pequenas “covinhas” no abdômen, que podem se tornar cada vez mais visíveis à medida que os espécimes crescem. Ela é uma aranha muito bonita para se admirar, no entanto, ela pode ser muito rápida e imprevisível.

Dolichothele diamantinesis

Dolichothele diamantinensis (Bertani, Santos & Righi, 2009) ou Tarântula da Beleza Anã Azul Brasileira é às vezes descrita como uma aranha pequena com cores verde e azul. Ela é menor que a GBB (Chromatopelma cyaneopubescens), mas compensa a falta de tamanho com cores muito mais brilhantes e vibrantes. Originalmente, esta espécie foi descrita como Oligoxystre diamantinensis em 2009 e foi introduzida no hobby de animais exóticos no exterior em 2012. Sendo bastante nova, não há muitas informações disponíveis online em relação a esta espécie em particular.